
Por Daniel Balsa
A lombalgia, conhecida também por dores lombares, é uma das maiores lesões ocasionadas pelo ciclismo. O aparecimento destas dores tem crescido conforme aumentam a busca pela posição mais aerodinâmica possível na bicicleta.
Antes de mais nada, o ciclista deve ter sua bike muito bem ajustada ao corpo, com o guidão e o selim, por exemplo, devendo estar na altura ideal para praticar um ciclismo com performance, mas também saudável. Hoje em dia, as grandes bicicletarias tem o serviço de Bike Fit, quando sua bike é ajustada conforme suas medidas.
“A posição do ciclista (sentada sobre o selim) por si só já causa uma carga na coluna, por isso a postura correta deve ser muito priorizada”, declarou o doutor especializado em biomecânica Maurício Soares.
Caso comece a sentir dores nas costas, procure um médico para saber qual deve ser o tratamento para acabar com tais sintomas. Muitas vezes, sua lesão pode ser mais grave do que uma simples dor, como uma hérnia de disco ou uma protusão discal.
Porém, pode ser simples também. Estas dores podem ser ocasionadas por uma sobrecarga nos treinamentos, por isso o ciclista deve diminuir a intensidade de seus treinos até que a musculatura lombar esteja mais fortalecida.
Para prevenir a dor, procure realizar um trabalho específico, iniciando por um bom alongamento – segundo o treinador Hugo Coimbra, da 4any1, o alongamento deve feito deitado para quem já possui dores na região – antes e depois de seu treinamento.
Também é recomendado sessões de treinos funcionais, realizado com fitball (aquelas bolas gigantes de academia). “Elas fortalecem os músculos da mesma forma, mas tem um risco menor de lesão do que se o trabalho fosse feito durante a musculação”, disse Soares.
Quem já possui essas dores, além de seguir as recomendações acima, tem a massagem como opção para atenuar a dor. “Este método serve apenas para aliviar, mas já é um avanço para quem tem a região mais fragilizada”, encerrou Coimbra.
A lombalgia, conhecida também por dores lombares, é uma das maiores lesões ocasionadas pelo ciclismo. O aparecimento destas dores tem crescido conforme aumentam a busca pela posição mais aerodinâmica possível na bicicleta.
Antes de mais nada, o ciclista deve ter sua bike muito bem ajustada ao corpo, com o guidão e o selim, por exemplo, devendo estar na altura ideal para praticar um ciclismo com performance, mas também saudável. Hoje em dia, as grandes bicicletarias tem o serviço de Bike Fit, quando sua bike é ajustada conforme suas medidas.
“A posição do ciclista (sentada sobre o selim) por si só já causa uma carga na coluna, por isso a postura correta deve ser muito priorizada”, declarou o doutor especializado em biomecânica Maurício Soares.
Caso comece a sentir dores nas costas, procure um médico para saber qual deve ser o tratamento para acabar com tais sintomas. Muitas vezes, sua lesão pode ser mais grave do que uma simples dor, como uma hérnia de disco ou uma protusão discal.
Porém, pode ser simples também. Estas dores podem ser ocasionadas por uma sobrecarga nos treinamentos, por isso o ciclista deve diminuir a intensidade de seus treinos até que a musculatura lombar esteja mais fortalecida.
Para prevenir a dor, procure realizar um trabalho específico, iniciando por um bom alongamento – segundo o treinador Hugo Coimbra, da 4any1, o alongamento deve feito deitado para quem já possui dores na região – antes e depois de seu treinamento.
Também é recomendado sessões de treinos funcionais, realizado com fitball (aquelas bolas gigantes de academia). “Elas fortalecem os músculos da mesma forma, mas tem um risco menor de lesão do que se o trabalho fosse feito durante a musculação”, disse Soares.
Quem já possui essas dores, além de seguir as recomendações acima, tem a massagem como opção para atenuar a dor. “Este método serve apenas para aliviar, mas já é um avanço para quem tem a região mais fragilizada”, encerrou Coimbra.
Um comentário:
Fala Fernando! Bacana seu blog, parabéns!
Para focar (e forçar) essa região lombar e dar suporte às centenas de kms de treino para o IM 2002 eu utilizei um recurso de cross training que foi muito bom. O recurso? Patins in line!
Durante os primeiros treinos, patinando 30´ saía quebrado, parecia que tinha sido atropelado por uma jamanta! Com uma semana já tava tranquilo, patinava 1 hora sem dores.
O problema de não reforçar bem a musculatura lombar (e tbm a do pescoço) é que em provas longas, à medida que o tempo no selim vai passando, o atleta acaba sendo obrigado a ficar em uma posição mais ereta para compensar o desconforto, fora do clip, tendo como consequência uma diminuição sensível da aerodinâmica.
No início da década de 90 houve até uma "onda" de gente que condenava os treinos feitos utilizando o clip. Pregavam que a posição era muito agressiva e que deveria somente ser usada durante a competição. Em um artigo bastante incisivo o Dave "The Man" Scott, que venceu o IM Hawaii só 6 vezes, condenou essa "teoria" e mostrou que se durante a competição o atleta vai passar 6+ horas no clip, nada mais lógico do que ele treinar nessa posição!
Para resolver o problema? Muito pedal, musculação e cross training!
Mais uma vez parabéns pelo fórum!
Abração e bons pedais!
L.O.
Postar um comentário